Meu corpo. Minhas Regras.

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Imagem retirada de Bancos de Imagens Gratuitos da Internet.

   Venho por meio desta, pedir um favor, deixe-me em paz. Não e aproveitável metade do que diz, são tantas injurias, que me doem os olhos ler, e magoam a memoria ao ter de lembrar. Seu mundo e suas crenças senhor, morreram com  os grandes ditadores, e seus conceitos atrasados, me enjoam. Respeito tua opinião, mas não tente impor a quem não quer ouvi-la. Tenha consciência de que assim, só faz com que todas nos tenhamos repulsa de sua companhia  . 

    Outra tarde senhor, fui agredida, por por pensamentos semelhantes ao teu, por dizer, ei, este corpo me pertence, adquiri alguns hematomas.  Uma outra irma, foi perseguida, e por pouco não teve seu corpo violado por um patife qualquer. A roupa ou a hora, pergunta-me, e respondo, não me faça rir. Isso de nada importa. São teus preconceitos e não a realidade que torna isso aceitável para tantos.

   Instinto, argumenta, já estou a gargalhar, recomponha-se, hora essa, a tempos deixamos de ser selvagens, o mundo mudou, adeque-se, respeite, e não me obrigue a relatar novamente teus crimes.

Tayná Bravin

P.S. Assedio, estupro, Violência. Basta!

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