Cale a Boca

senhorita (36)
  Então, cale a boca, e deixe-me ser o monstro no qual me transformou. És assim que me vês em sua mente, não estou certa?
  Vá ! Sorria! Com pessoas que não são sempre sinceras. Mas não volte para me dizer o que acha ser um erro, não volte para criticar meu desespero, minhas dores não são mais tuas, o que me acontece já não é de seu interesse. Deixe-me como eu te deixei, apenas com boas lembranças, se for capaz. E não volte a me julgar, pois você não sente o que eu sinto, ainda espero que um dia compreendas o bem que te fiz ao partir.

Não me sentirei culpada como queres, já não encontrarei erros em minhas verdades, já não me arrependerei de sentir. Você nem ao menos mereceu minhas dúvidas.

Tayná Bravin
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